Carta recebida hoje do Departamento de Gestão da Fundação D. Pedro IV

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16 Responses to “Carta recebida hoje do Departamento de Gestão da Fundação D. Pedro IV”


  1. 2 Aidida 5 Março 2007 às 8:41 pm

    Como é que ainda, existe coragem de enviar carta a tentar inocentar o “tio”? Tem consciência de todos os actos que tem praticado? O saco azul vai acabar. Saia com um pingo de dignidade, se é que ainda a tem.

  2. 3 Jorge Ferraz 5 Março 2007 às 10:03 pm

    Provavelmente a Administração da Fundação julga que os seus direitos serão iguais aos deveres de um pai. Eu não confundo as obrigações inerentes à prestação de um remunerado serviço social às crianças do meu país com um diferendo sobre políticas de gestão ou sobre procedimentos formais. E não gosto do tom; se queria esclarecimentos,a Fundação pedia-os sem o acrescentozinho final e os comentários co-laterais. Mas, pelos vistos há quem não consiga evitá-lo.

    Jorge Ferraz, pai de uma criança da Casa de Santana

  3. 4 Ana Isabel 6 Março 2007 às 12:20 am

    A administração da Fundação d. Pedro IV, está a utilizar os com os membros da futura associação de pais, os mesmos métodos que utilizou com os representantes da comissão de moradores do bairro das Amendoeiras.
    1- A contestação dos moradores teve inicio no mês de Agosto de 2005, a comissão de moradores foi constituida em Setembro de 2005, após reunião com moradores, dessa mesma reunião foi eleita a comissão representativa dos moradores e também as reivindicações e formas de contestação.
    O presidente do CA da Fundação, iniciou por chamar aos respresentantes dos moradores,” a Comissão Fantoche”.
    Em 16 de Dezembro de 2005, a Fundação D. Pedro IV, enviou aos represtantes dos moradores (Membros da Comissão) a carta que cujo teor transcrevo.

    R/AR
    Nº Refª IX.3.2 – 1069/05 Lisboa, 16 de Dezembro de 2005

    Assunto: Processo criminal em curso

    Exmo.Sr.(ª)

    Na sequência de uma queixa-crime oportunamente apresentada, vimos por este meio solicitar a presença de V. Excelência na sede desta Fundação no dia 22 de Dezembro às 12:30 horas, conforme for de sua conveniência.

    Na eventualidade de conveniência de outra data, agradecemos a sua comunicação e vinda.

    Com os melhores cumprimentos.

    SERVIÇO DE HABITAÇÃO

    Luisa Filipa Pereira
    (Directora)

    Como podem constatar, os métodos operantes são identicos, cartas com ameaças em tom intimidatório.
    Quem é esta Fundação, que tem a arrogância e prepotencia de noticar e intimidar cidadãos?
    A carta que acima transcrevi, receberam-na todos os membros da comissão,inclusive um membro da comissão que tinha falecido em 4 de Novembro de 2005 e que a Fundação tinha conhecimento do óbito mas enviou na mesma e foi recebida pela mulher, que ainda não estava refeita da dor da perda do seu marido.
    Estas cartas foram denunciadas e entregues às entidades competentes para devidos efeitos legais.
    Os vossos filhos merecem, o País merece, todos nós como cidadãos de direito merecemos, que as entidades competentes tomem uma atitude, de extinguir esta Fundação e o seu CA.
    Viva a cidadania.

  4. 5 Carlos Palminha 6 Março 2007 às 3:53 am

    Caros pais,

    O nome completo da pessoa que assina essa carta, Helena Crespo Sousa, não é Maria Helena Crespo da Silva e Sousa Mendes?
    Se for a mesma pessoa, é então a pessoa que vem referenciada no Processo nº75/96 da IGSS como recebendo bolsas de estudo da Fundação D. Pedro IV (mãe e filha, 200 e 600 contos respectivamente), o pagamento mensal de quilómetros (155 contos) e honorários anuais (3000 contos)!

    Essa senhora faz ainda parte da Cooperativa de Construção e Habitação CasaSimples, a qual funciona no Torel, e da qual o Eng. Canto Moniz é Director (ver: http://publicacoes.mj.pt/Pesquisa_Detalhe.asp?iID=25738). Essa cooperativa vem também referenciada no Proc. 75/96.

  5. 6 Carlos Palminha 6 Março 2007 às 3:58 am

    esqueci-me de acrescentar que fazem parte da dita cooperativa a Dr. Luisa Pereira (Directora da Habitação da Fundação D. Pedro IV) como vogal e o Eng. Jorge Cunha Pires (membro da direcção da Fundação D. Pedro IV e ex-funcionário do IGAPHE) como suplente do Conselho Fiscal. (ver post: http://amendoeiras.blogspot.com/2007/02/fundao-e-cooperativa-coincidncias.html)

  6. 7 Ana Almeida 6 Março 2007 às 12:01 pm

    A ser verdade, é estranho que a Drª Helena Mendes tenha que assumir o papel de Helena Crespo Sousa, quando assina pelo Departamento de Gestão. Restam-lhe ainda outras possibilidades – quando for obrigada a “dar a cara” por outros departamentos, pode assinar Maria Helena Silva, ou ainda simplesmente Maria Silva.
    Tenho pena dos/as funcionários/as da Fundação D. Pedro IV, que têm que trabalhar em constante clima ditatorial, e que nada podem fazer sob pena de perder os seus empregos. Quanto a outros, valores mais altos se levantam, como será o caso das “Drª Helenas” da Fundação. Como muitos pais e mães já escreveram, preocupa-me muito o clima de intimidação que se vive nos estabelecimentos e as suas repercussões na estabilidade emocional dos nossos filhos. Tenho no entanto uma convicção, o reinado do Sr. Engenheiro e seus acólitos está a terminar.

  7. 8 Sara Duarte 6 Março 2007 às 12:17 pm

    Convenção sobre os Direitos da Criança

    Adoptada e aberta à assinatura, ratificação e adesão pela resolução n.º 44/25 da Assembleia Geral das Nações Unidas, de 20 de Novembro de 1989.
    Entrada em vigor na ordem internacional: 2 de Setembro de 1990, em conformidade com o artigo 49º.
    Em Portugal:
    • Assinatura: 26 de Janeiro de 1990;
    • Aprovação para ratificação: Resolução da Assembleia da República n.º 20/90, de 12 de Setembro, publicada no Diário da República, I Série A, n.º 211/90;
    • Ratificação: Decreto do Presidente da República n.º 49/90, de 12 de Setembro, publicado no Diário da República, I Série A, n.º 211/90;
    • Depósito do instrumento de ratificação junto do Secretário-Geral das Nações Unidas: 21 de Setembro de 1990;
    • Aviso do depósito do instrumento de ratificação: Aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros publicado no Diário da República, I Série, n.º 248/90, de 26 de Outubro;
    • Entrada em vigor na ordem jurídica portuguesa: 21 de Outubro de 1990;
    • Portugal aceitou a emenda ao artigo 43.º, n.º 2 da Convenção (adoptada pela Conferência dos Estados Partes a 12 de Dezembro de 1995), disso tendo dado conta o aviso do Ministério dos Negócios Estrangeiros n.º 267/98, de 20 de Novembro, publicado no Diário da República I Série-A, n.º 269/98.

    Parte I
    (…)
    Artigo 3º
    1. Todas as decisões relativas a crianças, adoptadas por instituições públicas ou privadas de protecção social, por tribunais, autoridades administrativas ou órgãos legislativos, terão primacialmente em conta o interesse superior da criança.
    2. Os Estados Partes comprometem-se a garantir à criança a protecção e os cuidados necessários ao seu bem-estar, tendo em conta os direitos e deveres dos pais, representantes legais ou outras pessoas que a tenham legalmente a seu cargo e, para este efeito, tomam todas as medidas legislativas e administrativas adequadas.
    3. Os Estados Partes garantem que o funcionamento de instituições, serviços e estabelecimentos que têm crianças a seu cargo e asseguram que a sua protecção seja conforme às normas fixadas pelas autoridades competentes, nomeadamente nos domínios da segurança e saúde, relativamente ao número e qualificação do seu pessoal, bem como quanto à existência de uma adequada fiscalização.
    (…)
    Artigo 18.º
    1. Os Estados Partes diligenciam de forma a assegurar o reconhecimento do princípio segundo o qual ambos os pais têm uma responsabilidade comum na educação e no desenvolvimento da criança. A responsabilidade de educar a criança e de assegurar o seu desenvolvimento cabe primacialmente aos pais e, sendo caso disso, aos representantes legais. O interesse superior da criança deve constituir a sua preocupação fundamental.
    2. Para garantir e promover os direitos enunciados na presente Convenção, os Estados Partes asseguram uma assistência adequada aos pais e representantes legais da criança no exercício da responsabilidade que lhes cabe de educar a criança e garantem o estabelecimento de instituições, instalações e serviços de assistência à infância.
    3. Os Estados Partes tomam todas as medidas adequadas para garantir às crianças cujos pais trabalhem o direito de beneficiar de serviços e instalações de assistência às crianças para os quais reúnam as condições requeridas.

    (…)

  8. 9 Sara Duarte 6 Março 2007 às 2:52 pm

    O que são “naturais consequências”?

    In http://www.priberam.pt/DLPO/ – Dicionário de Lingua Portuguesa online

    Naturais do Lat. naturale

    Plural de natural

    adj. 2 gén.,
    relativo ou pertencente à Natureza;
    produzido pela Natureza ou conforme as leis da Natureza;
    não provocado pelo homem, espontâneo;
    ingénito;
    peculiar;
    inato;
    conforme à índole humana;
    conforme à razão humana;
    oriundo;
    provável;
    presumível;
    verosímil;
    próprio;
    verdadeiro;
    simples;

    s. m.,
    indígena;
    índole;
    carácter;
    inclinação;
    génio;
    conterrâneo;
    nacional.

    Consequências do Lat. consequentia
    Plural de consequência

    s. f.,
    resultado;
    efeito;
    inferência;
    conclusão;
    ilação;
    importância;
    alcance.

    por -: por isso; por essa razão; por conseguinte.

    Como o significado conjunto de duas palavras é mais do que a simples soma de significados, por inferência fui naturalmente e por conseguinte, procurar uma terceira. Palavra.

    In http://www.priberam.pt/DLPO/ Dicionário de Lingua Portuguesa online

    Ameaça do Lat. *minacia?

    s. f.,
    palavra, gesto que dá a entender a alguém que se lhe quer fazer mal;
    prenúncio de algum perigo;
    acção de ameaçar.

    Não compreendo.
    Não gosto.
    Não quero.
    Não admito.

    Mãe de uma criança de Santana

  9. 10 Tiago Mota Saraiva 6 Março 2007 às 6:14 pm

    Independentemente da forma, da ameaça velada e do português pouco correcto, o conteúdo desta carta revela uma instabilidade emocional preocupante.
    Há outra particularidade interessante, a carta (embora assinada pela Sra. Helena Crespo e Silva (HCS)) vem referenciada, na nota que o software produz de uma forma automática, como tendo sido redigida por um computador que tem no seu perfil as iniciais VCM/DS.

  10. 11 Mãe 7 Março 2007 às 4:22 pm

    O apanhado na curva?!
    E será que esta assinatura será da senhora??
    Já não digo nada!

  11. 12 O Cronista Social 7 Março 2007 às 7:00 pm

    A origem da má gestão nos Infantários da Fundação

    Pois é…ó Carlos Palminha e Ana Almeida realmente os nomes Helena Crespo Sousa e Helena Crespo da Silva Sousa Mendes referem-se à mesma pessoa. Não sejamos maldosos porque esta senhora deixou de usar os apelidos Sousa Mendes em virtude de se ter divorciado. No entanto ele há coincidências levadas da breca, então não é que esta senhora foi durante muitos anos “companheira” ou “amante” (dependendo do ponto de vista) do Sr. Eng. cujas atitudes tanto têm animado este blog, aliás segundo as minhas fontes a referida senhora rompeu o relacionamento com o Sr. Presidente da Administração da Fundação no verão passado, o que resultou num “destrambelhamento” do mesmo e consequentemente nos tão afamados desastres de gestão dos infantários. Qualquer pessoa sabe que as carências (a)efectivas são determinantes no estado de espírito com que se encara o dia-a-dia profissional, especialmente se este senhor:
    1.Tiver um profissionalismo miserável.
    2.Ocupar um cargo não por mérito ou vocação mas porque cobrou uns favores a uns amigos influentes.
    3.Ocupar um cargo em que não tem de prestar contas a ninguém. Como se sabe as entidades oficiais, apesar das muitas queixas, ainda não ligaram pevide a este assunto ou seja num qualquer país civilizado este sr. estaria no desemprego à muito tempo (na melhor das hipóteses).
    Para mim está indubitavelmente encontrada origem da má gestão nos Infantários da Fundação e por isso lanço desde já um apelo para que se encontre urgentemente uma nova namorada para o Sr. Eng.
    Esta empreitada não se afigura fácil devido ao comportamento bilioso do cavalheiro, no entanto existem diversos benefícios que com certeza caberão (não sei porquê mas esta palavra soa estranho) oferecer à feliz contemplada:
    1.Oferta de emprego à escolha (não confundir com trabalho pois trata-se estritamente de um “tacho”) na Fundação ou numa das muitas empresas/ cooperativas/ imobiliárias/ etc. sedeadas no edifício do Torel.
    2.Obtenção imediata de subvenção vitalícia para a contemplada e descendentes ou ascendentes directos e talvez indirectos.
    3.“Status” devido a relacionar-se com cavalheiro distinto e conhecedor dos meandros pantanosos da politica portuguesa.
    4.“Poder” e visibilidade resultante de privar com muitos novos amigos influentes (um pouco na linha do edificante exemplo da Carolina Salgado).
    Todas as candidatas devem enviar “currículo” e se possível fotos convincentes para o email: engprecisadeconvivio@yahoo.com na certeza de que todas as mensagens serão analisadas com a devida atenção e carinho. Solicita-se encarecidamente às senhoras que achem que o cavalheiro em causa é pouco apelativo a reflectirem nos elevados préstimos de uma eventual candidatura, uma vez que está em causa a tranquilidade de centenas de crianças, pais e trabalhadores dos Infantários da Fundação.

    O Cronista Social

    PS: Ó Sr. Engenheiro por favor “make love not war”.

    • 13 Anónimo 20 Setembro 2009 às 3:48 pm

      Mas quem são vocês para sequer comentar a vida pessoal de uma pessoa?!

      Que direito têm vocês de se intrometerem com quem namorou com quem?

      E ainda pedem respeito?

      Talvez, no dia em que se deixarem de comportar como meninas de 12 anos a comentar revistas cor-de-rosa.

      Mundo ignorante este em que vivemos….

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