Lóios e Amendoeiras fazem cordão humano contra Fundação D. Pedro IV (notícia do DN)

Moradores exigem que o Governo defina em que condições a fundação deve alienar as casas dos Lóios e das Amendoeiras

Os moradores dos bairros dos Lóios e das Amendoeiras, em Chelas (Lisboa), vão sair hoje à rua para gritar, alto e bom som, que exigem a extinção da Fundação D. Pedro IV – que, em 2005, herdou a gestão das duas urbanizações do Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado (IGAPHE).
Na manifestação, que terminará com a realização de um cordão humano, os moradores vão reivindicar o seu direito à habitação, o fim da gestão da Fundação D. Pedro IV e a sua extinção.
“Vamos exigir não só que o património da fundação seja entregue aos legítimos donos, que são os moradores, como que esta entidade – que tem sido favorecida politicamente – seja extinta”, explicou ao DN António André, da Comissão de Moradores do IGAPHE Bairro das Amendoeiras. Este responsável diz ser necessário que o Governo deixe bem claras as suas intenções. “Já foi dito que a fundação é obrigada a alienar o património, mas não ficou bem claro em que moldes isso terá de ser feito”, sublinha António André.
Ao protesto dos moradores de Chelas vão juntar-se outras organizações que integram a Plataforma Artigo 65, liderada pela arquitecta Helena Roseta, que já se mostrou solidária com os moradores dos Lóios e das Amendoeiras.
A concentração terá início às 18h30 junto ao Instituto de Engenharia de Lisboa (ISEL), iniciando-se o desfile às 19h00. Após a formação do cordão humano, os moradores gritarão palavras de ordem contra a Fundação D. Pedro IV.

in Diário de Notícias, 10 de Abril

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3 Responses to “Lóios e Amendoeiras fazem cordão humano contra Fundação D. Pedro IV (notícia do <em>DN</em>)”


  1. 1 Sandra 11 Abril 2007 às 3:42 pm

    Embora aparentemente a questão dos moradores nada tenha a haver com a questão dos infantários, o facto é que a gestão é a mesma. Facto também é que, tanto num caso, como no outro, essa gestão tem sido danosa, sobretudo no que toca aos interesses dos utentes da Fundação, uma IPSS.

  2. 2 Sandra cruz B. 12 Abril 2007 às 11:02 pm

    Adianto ainda mais.
    É claro que a uma questão não tem nada a ver com a outra mas uma coisa muito importante há em comum nos infantarios nos moradores que está a frente não entende nada de uma coisa nem da outra.
    São pessoas que não têm experiencia nas áreas, uma é a primeira afilhada, sim pois a dos bairros chegou primeiro do que a da mansão, a outra é a filha prodiga que sem experiencia é directora ou coordenadora como chamam e a segunda afilhada surgiu de um momento para o outro.
    Só há directoras que são afilhadas ou filhas, o pior são aquelas que não fazem nada e têm a mania que trabalham muito.
    Para ser directora na Fundação ou se é filha ou afilhada, pois não aparece mais ninguém

  3. 3 Carlos Palminha 16 Abril 2007 às 1:46 am

    O Senhor Eng. Canto Moniz disse à Comissão de Acompanhamento da Assembleia Municipal de Lisboa, numa reunião realizada esta semana, que a filha já não trabalha na Fundação há dois anos… Será que os pais reuniram com um fantasma ou sofrem de alucinação colectiva?


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