Comunicado

Hoje, dia 23 de Abril, a entrada do edifício do estabelecimento de infância de Santana, sede da Fundação D. Pedro IV e de várias outras empresas de construção e habitação social, foi vandalizada pelo largar de excrementos humanos à porta e pela introdução dos mesmos para o interior do edifício. Perante o sucedido alguns pais entenderam que não estavam asseguradas as condições mínimas de higiene e segurança para poderem lá deixar os seus filhos. Trata-se de um acto inqualificável e que não tem justificação possível, sobretudo porque foi concretizado num estabelecimento frequentado por crianças entre os 4 meses e os 6 anos.
Para além de condenar veementemente o acto, a Comissão Instaladora chama a atenção para o facto de o clima de contestação gerado pela conduta do actual Conselho de Admnistração não ser de todo compatível com a garantia das condições mínimas de establidade e segurança que um estabelecimento de infância deve ter para funcionar.
Acresce ainda o facto de, ao não fechar de imediato o estabelecimento, permitindo a estadia de crianças (e a preparação de alimentos!) no edifício antes de se proceder a uma desinfecção geral, o Conselho de Admistração ter dado mostras da irresponsabilidade que tem pautado a sua actuação nos últimos meses perante o bem-estar das crianças.

35 Responses to “Comunicado”


  1. 1 Fixe 23 Abril 2007 às 12:32 pm

    Todos nós sabemos quem foram os responsáveis por este acto.
    De ha uns tempos para cá, notei que existe uma solidariedade para com a Comissão de Inquilinos, ou Loios. Um erro e na minha opinião, esta associação para um objectivo completamente diferente.

    Este acto de terrorismo dos Loios (ninguem assumiu que foram eles, mas todos sabem que sim), é injustificável em todos os aspectos, pela sua natureza, por afectar pessoas alheias, etc. Espero que tenham a consciencia que do que fizeram e que sejam punidos por isso. Só perdem a razão.

    Espero também que a Comissão de Pais, corte relações com a Comissão dos Loios, pois está-me a prejudicar como Pai do Colégio. Esses Terroristas não merecem respeito.

  2. 2 Jorge Ferraz 23 Abril 2007 às 1:29 pm

    Não sei quem fez isto e também nada sei sobre as razões que possam estar por detrás disto, justas ou sinistras. No entanto, sei que sejam elas quais forem nada justifica o acto. Por enquanto, é só o que se me oferece dizer.

  3. 3 Rui Silva 23 Abril 2007 às 1:30 pm

    Caro Senhor Fixe,

    Eu não sei quem foi o responsável por este acto. Só sei que é um acto deplorável. Que tem de ser investigado pela polícia. Acusar quem quer que seja só porque vive em Chelas é, entre outras coisas… pouco inteligente.
    Até porque parece que está a insinuar que este vandalismo seria uma reacção dos moradores à solidariedade que a Associação de Pais demonstrou para com eles. Desculpe lá, mas não faz sentido.
    Enquanto pai de uma criança que frequenta o estabelecimento de Santana quero repudiar este acto de vandalismo. Mas também dizer que acho muito bem que os membros desta associação se solidarizem com uma pessoa que está em coma. É da mais básica humanidade.

  4. 4 Fixe 23 Abril 2007 às 1:49 pm

    Todos somos solidários com as pessoas em estado de saude grave. Só acho é que a Associação de Pais tem objectivos diferentes da Associação dos Moradores, e se for ver o site as referências à associação que referi são:

    – Lóios e Amendoeiras fazem cordão humano contra Fundação D. Pedro IV (notícia do DN)
    – Artigo no DN (Amendoeiras e Lóios)

    Aliás no inicio foi tinha sido referido que havia respeito, mas a luta é diferente e não se queria misturar as questões.
    No entanto com o andar da carruagem estou aborrecido com esta Associação, pois já não é a 1º vez que estão no colégio. Recordo há uns tempos atras a distribuição de panfletos.

    É uma falta de respeito, para todos os frequentadores do edifício de Santana e é um acto muito baixo. Fico à espera para ver se o nivel vai baixar e se começam a agir com maior agressividade.

  5. 5 Cristina L. Martins 23 Abril 2007 às 3:26 pm

    O que se passou na entrada da escola da minha filha é inadmissível. Fere as mais básicas regras de higiene e segurança. Que justificação haverá para este gesto? Que esclarecimento deu o Conselho de Administração à Comissão Instaladora, como representante de todos os pais? Como garante a higiene do edifício ? Foi já inspeccionado? Que fundação é esta, o que é que se passa que justifique estes actos de máxima violência? Como é que eu vou explicar à minha filha o que se passa? Não basta já o que aconteceu? Não será tempo de definitivamente dar outro rumo a esta fundação?

  6. 6 maria fernandes 23 Abril 2007 às 4:13 pm

    falta de respeito é algum esbirro da fundação já se estar a aproveitar disto para deitar abaixo os moradores.
    o tal fixe é que está a misturar as coisas. é aproveitamento do mais baixo. para variar, os comentários são todos a malhar nos pais e nos moradores e nunca a demosntrar qualquer preocupação concreta com a saúde ou bem-estar das crianças.

  7. 7 Tiago Mota Saraiva 23 Abril 2007 às 4:39 pm

    Hoje houve um acto inqualificável à porta de um estabelecimento de infância da Fundação D. Pedro IV.
    Não tenho dados que me permitam dizer quem o perpetrou, pois não faço ideia se, por exemplo, as empresas que funcionam concomitantemente com o estabelecimento de infância, são credíveis, agem de boa fé, têm os seus salários em dia, têm dívidas a fornecedores, etc… Nada nos permite dizer que isto seria uma acção contra a Fundação ou contra o estabelecimento de infância que ali funciona. Por outro lado, também não conheço a vida privada dos administradores da Fundação (nem estou interessado), de modo a que me permita dizer que esta não foi um ajuste de contas pessoal.
    Tudo isto são matérias de investigação criminal, que espero que estejam a ser levadas a cabo e que em breve sejam comunicados os seus resultados.

    Enquanto pai, aquilo que me preocupa, hoje e agora, é saber que medidas serão tomadas para evitar atitudes futuras que possam colocar em causa, de uma forma ainda mais violenta, os nossos filhos.

    [Já o escrevi há algum tempo atrás, e repito-o. Tem havido neste blogue uma tipologia de comentários anónimos com quatro características fundamentais:
    – escrita com muitos erros
    – pouca preocupação com as condições a que estão sujeitos os nossos filhos
    – tentativa de denegrir os moradores dos Lóios e Amendoeiras, baseados em pressupostos de racismo social
    – tentativa de condicionar a actuação da Associação de Pais
    Agitadores radicais, como o Fixe, já deveriam ter percebido que os pais cultivam o acto de pensar pela sua própria cabeça.]

  8. 8 João Santos 23 Abril 2007 às 6:46 pm

    Como membro da Comissão de moradores do Bairro dos Lóios e também como e cidadão, não podia deixar de manifestar a minha solidariedade para com os pais das crianças dos estabelecimentos de infância da Fundação D. Pedro IV.

    Mais uma vez, verificou-se um acto verdadeiramente lamentável num dos estabelecimentos de infância da mesma Instituição.

    Após ter lido alguns comentários, que pelo estilo e contradições assemelham-se às posições da Fundação D. Pedro IV, só posso afirmar que é inaceitável que este acto seja atribuido aos moradores do Bairro dos Lóios ou de Chelas.

    O verdadeiro vandalismo e terrorismo social tem vindo, isso sim, da parte da Fundação com os seus actos de administração, que em nada se coadunam com uma Fundação e que já deveria estar encerrada, pos suspeitas de ilegalidades.

    Este tipo de comentários com falsas identidades ou anónimas somente têm como objectivo desestabilizar a luta dos pais das crianças da Fundação e dos moradores.

    Os moradores sempre agradeceram a solidariedade dos pais das crianças e vice-versa e não é por existir uma solidariedade mútua, que as acções se confundem.

    Todos temos temos a noção de que apesar da existência de diferentes reinvindicações, estamos perante uma Fundação que somente tem dado provas que não tem competência, nem para gerir estabelecimentos de infância, nem para gerir fogos de habitação social.

    Estamos igualmente na presença de uma Fundação que apresenta um cariz muito duvidoso e já foi proposto o seu encerramento pelo processo nº 75/96 da segurança social, que foi ignorado na altura pelo juiz Simões de Almeida.

    Não serão estas ameaças mal identificadas que irão intimidar os moradores do Bairro dos Lóios e como aqui já foi dito, este é um caso que merece a investigação judicial, para que se apurem os verdadeiros culpados.

    Cada vez mais a Fundação D. Pedro IV revela falta de capacidade para resolver os seus problemas e o seu atabalhoamento é cada vez mais evidente.

    Não iremos desistir de lutar por se apurar toda a verdade sobre esta Fundação, que tem violado os seus próprios estatutos ao longo dos anos e que se tem desviado daquilo que deveria ser uma Instituição Particular de Solidariedade Social.

    Não deixaremos igualmente de lutar pelos nosso direitos e contra o terorismo social da Fundação.

  9. 9 Inês do Carmo 23 Abril 2007 às 7:27 pm

    Não me compete descobrir e muito menos especular quem foi os autor de tamanha enormidade. E não posso aceitar que alguém, que nem sequer tem a decência de se identificar, o faça de um modo tão ignóbil.

    Sou mãe de uma criança frequentadora de um estabelecimento de infância da Fundação e o que me preocupa é que o meu filho possa ser prejudicado por actos de vandalismo assim como por falta de protecção de quem o acolhe.

  10. 10 Fixe 23 Abril 2007 às 9:58 pm

    “falta de respeito é algum esbirro da fundação já se estar a aproveitar disto para deitar abaixo os moradores.
    o tal fixe é que está a misturar as coisas. é aproveitamento do mais baixo. para variar, os comentários são todos a malhar nos pais e nos moradores e nunca a demosntrar qualquer preocupação concreta com a saúde ou bem-estar das crianças.”

    Não faço parte da Fundação. Sou um Pai, com direito ao anonimato e a uma opinião própria. Isto é um blog aberto, qualquer um pode comentar. Também posso achar estranho insinuar de imediato, que a Fundação já se está a aproveitar. É normal.
    O acto de terrorismo veio da luta dos moradores, disso não tenho dúvidas. Quem foi não sei, mas veio dali.

    “Já o escrevi há algum tempo atrás, e repito-o. Tem havido neste blogue uma tipologia de comentários anónimos com quatro características fundamentais:
    – escrita com muitos erros
    – pouca preocupação com as condições a que estão sujeitos os nossos filhos
    – tentativa de denegrir os moradores dos Lóios e Amendoeiras, baseados em pressupostos de racismo social
    – tentativa de condicionar a actuação da Associação de Pais
    Agitadores radicais, como o Fixe, já deveriam ter percebido que os pais cultivam o acto de pensar pela sua própria cabeça.”

    -Estás completamente enganado em relação à origem dos comentários e com a mania de perseguição, na tentativa de achar sempre um culpado na Fundação, pelos cometários no teu blog.
    Por favor confirme se no inicio foi pedido distanciamento da Comissão de Moradores, para não misturar os casos??

    Não tenho nada contra a Comissão de Moradores e espero que a razão venha ao de cima. Mas não afectem o colégio de santana, nem as pessoas que lá trabalham.

    Racismo social? Sabes lá o qué morar num bairro social? Eu sou de um bairro social! Menciona-me uma frase de racismo social nos meus comentários.

    “Após ter lido alguns comentários, que pelo estilo e contradições assemelham-se às posições da Fundação D. Pedro IV, só posso afirmar que é inaceitável que este acto seja atribuido aos moradores do Bairro dos Lóios ou de Chelas.”

    -Não sou da Fundação. Da mesma forma que eu não posso atribuir a culpa a um morador de chelas ou loios, voce também não pode isentar todos os moradores de chelas ou loios. Se estiver enganado, sou o 1º a pedir desculpas a si a todos os moradores, nos mesmos locais onde acusei. Mas compreende a reação de chegar ao colégio ver a “merda” à porta de entrada, a fúria que é??

    “Não serão estas ameaças mal identificadas que irão intimidar os moradores do Bairro dos Lóios e como aqui já foi dito, este é um caso que merece a investigação judicial, para que se apurem os verdadeiros culpados.”

    -Não é esse o meu objectivo e não ameacei ninguem, estou é chateado com o acto de terrorismo e não fiz mal a ninguem.
    Lutem pelos meios legais existentes.

  11. 11 Fixe 23 Abril 2007 às 10:00 pm

    Eu sou acho estranho, tantos Pais descontentes com a direcção da Fundação e no entanto continuam com o filhos na Fundação D. Pedro IV.

  12. 12 Carlos Palminha 23 Abril 2007 às 10:42 pm

    Na qualidade de membro da Comissão de Moradores do Bairro das Amendoeiras venho manifestar a minha solidariedade para com os pais e crianças que frequentam a Fundação D. Pedro IV lamentando profundamente tais acontecimentos.

    Quero também manifestar a minha solidariedade para com os moradores dos Lóios e respectivas organizações e associações, que também têm vivido momentos de algum infortúnio, e que desta forma mais uma vez estão a ser alvo de comentários lamentáveis apenas por estarem a lutar pela defesa dos seus legítimos direitos.

    Não podemos deixar que comentários e acções de índole duvidosa desmobilizem os cidadãos (crianças, pais e moradores) que legal e legitimamente têm envidado todos os esforços na resolução de problemas graves e de situações “que repugna num Estado de direito democrático, principalmente pelo desvirtuar de todos os princípios de solidariedade social subjacentes”.

    Tanto os moradores como os pais das crianças têm todo o direito de exigir que se cumpram as conclusões do processo nº75/96 da IGSS, nomeadamente:
    “A: Que seja pedida judicialmente a destituição dos Corpos Gerentes, ao abrigo do disposto nos artºs 35º e 36º do D.L. 119/83, de 25/2;
    B: A retirada imediata da Fundação D. Pedro IV de todas as empresas ali sediadas (Cooperativas de Construção e Habitação Casassimples, FDP, União de Cooperativas)”

  13. 13 escremento chelas 23 Abril 2007 às 11:18 pm

    O meu filho frequenta o Estabelecimento de Santana,e face aos acontecimentos de hoje fico bastante indignado.
    A Fundação já existe há muitos e longos anos e sempre com boas referencias por toda a cidade de Lisboa, não quero cair na tentação de recriminar socialmente os moradores dos Bairros do Loios e Amendoeiras, mas até a Fundação ter concorrido aao tal dito ptrimonio e ter ficado com o mesmo nada disto se verificava.
    Não será de estranhar?
    Eu como pai, tenho o previlégio de ter o meu filho numa IPSS e pgar a mensalidade consoante os meus rendimentos, porque motivo os moradores dos bairros sociais que pertencem à Fundação D. Pedro IV, não podem pagar as rendas consuante os seus próprios rendimentos, também têm o previlegio de poder habitar num bairro social e não pagar as rendas de casa que são cobradas na cidade de Lisboa.
    Adianto ainda que quando passei novamente pelo Estabelecimento de Santana estava uma empresa a fazer a desinfectar toda a entrada do estabelecimento.
    Adianto ainda e como muitos pais têm conhecimento, o cheiro era de tal forma horrendo de não passa de um dia para o outro.
    Acredito mesmo que tenha sido muitos dos moradores desses bairro.
    Adiantovos o seguinte que ao viver num estado de direito temos que respeitar o próximo se queremos exigir respeito e isso hoje não se verificou.
    Agradeço que a retirem todo o apoio a essa comissão de moradores até o inquerito da policia sair, após averiguações.

  14. 14 Inês do Carmo 24 Abril 2007 às 12:21 am

    Os erros do Sr. “Escremento Chelas” são-me familiares…
    Estranho!

  15. 15 Bué da Fixe 24 Abril 2007 às 8:19 am

    Dividir para reinar, Sr. Fixe?
    É claro que existem um profundos interesses comuns entre os pais das crianças das escolas da Fundação e a os inquilinos da fundação.
    Ambos são prejudicados por uma das administrações mais incompetentes que este país já viu!

  16. 16 Fixe 24 Abril 2007 às 8:44 am

    Eu como Pai quero que a fundação continue, ajudando a dar a opinião e os interesses como Pai. O meu filho não anda desde ontem na fundação, está desde os seus 5 meses até hoje. Só este ano é que houve problemas.

    Sendo um blog para a Comissão de Pais e sobre os assuntos dos Colégios da Fundação, acho que só deveria ser discutido esses interesses. Uma Comissão de Moradores que quer acabar com a fundação, não tem os mesmos objectivos que um Pai, que gosta do colégio e frequenta por opção.
    Não é a mesma coisa, objectivos diferentes.

    Ainda hoje passei lá e ainda resta um cheirinho na entrada. Ao atacarem o colégio santana, atacaram-me a mim e ao meu filho. E isso não tem perdão. Só posso estar do lado do Colégio e da Fundação.

  17. 17 Fixe 24 Abril 2007 às 8:49 am

    “Ambos são prejudicados por uma das administrações mais incompetentes que este país já viu!”

    Ambos?! Fale pelos moradores e não como Pai/Mae frequentador do Colégio.
    De todas as acções que a Administração fez, e quase todas erradas, nenhuma iguala este acto. Perderam toda a razão do mundo, há bébés a frequentar o local!!!!

    Vá ao colégio e pergunte às educadoras, se têm um palpite.

  18. 18 Jorge Ferraz 24 Abril 2007 às 10:13 am

    Caro Fixe:

    O meu filho continua em Santana por 3 razões:

    1º Há laços de afecto e carinho criados entre o meu filho e pessoal de acção educativa que, para mim, são importantes;

    2º O dia a dia imediato do meu filho sofre primeiro a influência da relação com o pessoal de acção educativa e só depois é atingido pelos impactes das decisões da Administração;

    3º As medidas e a política de gestão seguidas pela Administração, quando não são contrariadas por queixas, denúncias públicas e intervenção institucional, trarão graves consequências para o modelo sócio-afectivo e sócio-educativo transmitido ao meu filho e criam condições para a possibilidade de riscos relativos à segurança. Este, como vê é um problema com repercussões óbvias a médio e longo prazo e por isso a intervenção dos pais para evitar que este cenário possa acontecer. Mas, parece-lhe que se não fizéssemos este trabalho, a Administração por obra e graça de uma luz que lhe chegasse na estrada para Damasco, reconvertia-se? Basta ler e estar atento a tudo o que se fez e disse para ver que não; e, é por isso que eu acho que a Administração não serve e continua a dar provas disso – o que fez de correcto nas últimas semanas foi por pressão forte. Pois podia tê-lo corrigido na primeira reunião com os pais, que isso lhe pediram antes de fazerem qualquer queixa ou pressão pública, e qual foi a reacção da Administração?: sobranceiramente negou o diagnóstico, as causas e a solicitação.
    4º Se as coisas estão mal no meu país eu não viro costas, ou seja actuo e não desisto. Tento mudar o que lá acontece de acordo com o que acho justo. A minha intervenção cívica não deve dizer respeito só ao meu filho mas, à sociedade onde vivo. A Fundação não é meramente privada, funciona com base num serviço de natureza pública; como cidadão, não saio, e tenho direito a querer que as coisas mudem – repito, aliás muitas delas tiveram que mudar (e mudaram) não por alteração de estratégia comercial ou organizacional mas, por acção da tutela pública após pressão de muitos pais (entre os quais, eu). Não estamos a falar meramente da queixa de um consumidor sobre a qualidade de um bem material ou de serviço inócuo sem consequências, sociais, afectivas ou isento de características de índole ética; estamos a falar de uma coisa bem diferente independentemente de ser uma simples empresa privada (que não é) ou um organismo público.
    5º Por fim, como cidadão e tendo presente tudo o que já testemunhei, não enterro a cabeça na arei e faço de conta que não é comigo só porque eventualmente possa ter possibilidades de procurar outro lugar; esta minha situação é entendida por mim como uma obrigação para actuar dentro da lei e no princípio de boa-fé. É meu dever actuar de modo a tentar contribuir para que as coisas mudem não apenas para meu benefício ou do meu filho. A melhor maneira de o fazer é não voltar as costas ao problema, em especial quando ele está à nossa frente.

    6º Por fim, recuso-me a deitar fora o menino com a água do banho; ou seja, lá por que eu acho que esta Administração devia estar noutro lugar qualquer, isso não significa que tudo o que existe de acções na Fundação e que, por exemplo, é assegurado pelo seu pessoal, esteja mal. Portanto, eu não volto costas à Fundação – só à sua Administração e não confundo tudo.

    7º Quanto a escalas de gravidade das acções: os actos dos vândalos (que devem ser punidos) trazem riscos para a saúde e bem-estar físico e psicológico dos nossos filhos durante alguns dias. A visão do que é serviço social e educativo a prestar às crianças transmitida pelas acções e atitudes desta Administração da Fundação colide com o que eu entendo dever ser a socialização afectiva, emocional e ética das crianças e que em meu entender tem efeitos negativos a médio e longo prazo.

    A questão do vandalismo começa por ser, para mim como pai nesta situação, um problema de polícia e, se for caso disso, de mão forte lá em casa, se se tratar de adolescentes ou jovens – as análises sociológicas virão depois. A minha posição, como pai, perante a Administração da Fundação remete para um profundo problema de cidadania. Não confundo as coisas.

  19. 19 Fixe 24 Abril 2007 às 12:32 pm

    Caro Sr. Professor Jorge,

    Concordo plenamente com os seus pontos de vista, apesar da lenga-lenga toda (parece uma aula). Acho que as pessoas podem ter pontos de vista e opiniões diferentes, e cá para fora somos todos pessoas com o objectivo de curar o mundo, de peito aberto, sou o maior, etc, etc. Isso para mim é só muita conversa.
    Acho injusto culpar e responsabilizar a Administração da Fundação, pelo acto de vandalismo. Estão tão obcecados com a Administração, que tudo o que acontece é logo culpa da Administração.

  20. 20 Fixe 24 Abril 2007 às 12:51 pm

    Por favor ver comentário do seguinte post:

    “Proposta para uma melhor informação”
    – Publicado Janeiro 16th, 2007

  21. 21 Tiago Mota Saraiva 24 Abril 2007 às 1:21 pm

    Sr. Fixe (loios@bosta.pt),
    Como parece que já tem um projecto político para a Associação de Pais, sugiro que se candidate à mesma.
    Sugiro-lhe ainda, que não procure ridicularizar as pessoas que se identificam pelo seu próprio nome, que não suporte as suas opiniões em comentários feitos neste blogue que se provaram ser fraudulentos (assinados de diferentes modos pela mesma pessoa) e que assuma a sua identidade para que o seu anonimato não pareça um determinado serviço.

  22. 22 Jorge Ferraz 24 Abril 2007 às 1:57 pm

    Caro Sr. Fixe (nem sei muito bem como tratá-lo e se é preciso acrescentar algum título, tipo, dr. ou doutor, prof., engenheiro., arquitecto, mestre-de-obras, etc.). Que diabo, o senhor escreve sob anonimato e eu espero não estar a ferir nenhuma susceptibilidade.

    O senhor começa por dizer que estamos a discutir ideias e que temos direito a opiniões diferentes mas não consegue evitar que o pé lhe caia para a chinela e não dispensa o ataquezinho pessoal, invocando coisas que não estão em discussão, em particular piadinhas sobre aspectos particulares da vida dos outros com toques de grosseria.

    E, é claro que não responsabilizei a Fundação pelo sucedido. Eu nem sei quem foi. Tenho opiniões mas, em assuntos destes não as divulgo nestes sítios nem a si.

    O senhor revela aquilo que temos de pior, embora nem todos o pratiquem com a mesma militância: uma tendência para a acusação sob anonimato; a piadinha-ofensa sobre aspectos da vida particular dos outros com quem polemiza (polemiza???) em assuntos em que isso não está em discussão; a fuga para a grosseria quando não sabe o que dizer.

    Peço-lhe encarecidamente: diga quem eu, não é justo, o senhor sabe coisas sobre a minha vida privada e eu não sei com quem estou a falar. Vá lá!

  23. 23 Eduardo Gaspar 24 Abril 2007 às 4:10 pm

    Exmos(as). Senhores(as),

    Tivemos conhecimento durante a madrugada de hoje, 24 de Abril de 2007, que um Equipamento de Infância de Santana sob gestão da Fundação D. Pedro IV tinha sido objecto de actos de vandalismo. Como não conheçemos, com precisão, onde situam os mesmos e os respectivos nomes dos sete equipamentos que a mesma possuiu, presumimos que este deverá situar-se, atendendo ao seu nome, no Largo do Torel e no edifício onde se situa a sede da referida IPSS (?).

    Antes de mais, como cidadãos e ainda para mais membros da direcção duma outra IPSS que, também, é gestora de um equipamento de infância, com valências de creche e de jardim-de-infância, achamos reprováveis quaisquer actos de vandalismo onde quer que os mesmos ocorram e, ainda para mais, como pelos vistos foi o caso, num equipamento de educação que está concebido e estruturado para dar uma importante resposta social aos encarregados de educação ou pais das crianças que deste usufruem.

    Todavia, achamos igualmente inaceitável a insinuação e muito menos afirmação que esta acção, a todos os títulos reprovável (como afirmámos anteriormente), possa ser atribuída a elementos da população do Bairro do Lóios.

    Como é por de mais sabido, um número significativo de moradores nos edifícios que transitaram, no ano de 2005, do Estado / IGAPHE para a Fundação D. Pedro IV têm sido vítimas de um comportamento anti-social, chantagista e terrorista por parte da aludida instituição.

    Como é, também, sabido a Associação Tempo de Mudar para o Desenvolvimento do Bairro dos Lóios – ATM / IPSS, que representamos, tem estado, em conformidade com o seu objecto estatutário, desde a primeira hora (Novembro de 2005), a conceder todo o apoio logístico, organizativo, entre outro, quer aos locatários, quer aos proprietários, do edificado que ora ainda continua na posse da aludida Fundação.

    Não obstante os aumentos, abruptos e exponenciais, das rendas de casa que a Fundação D. Pedro IV tentou aplicar, sem qualquer garantia de quaisquer obras de reabilitação do referido edificado, antes pelo contrário, partindo, para efeitos de cálculo da chamada renda técnica, de um pressuposto, errado e falso, de que tanto os edifícios como as respectivas fracções autónomas estavam em bom estado e, não obstante, as inúmeras pressões e chantagens a que os moradores têm estado, por parte desta, a serem submetidos, jamais foi pelos mesmos equacionada qualquer hipótese de uma acção junto da mencionada fundação e, muito menos, de quaisquer dos seus equipamentos.

    Todos sabem que esta matéria está aguardar por uma deliberação do tribunal competente e/ou duma decisão política por parte do Secretário Estado do Ordenamento e do Planeamento do Território e das Cidades, João Ferrão.

    Assim, as acções dos moradores do edificado do IGAPHE do Bairro dos Lóios têm sido, como sempre o foram, de responsabilização do Estado, quer pela má escolha da concepção arquitectónica de alguns dos edifícios, quer pela péssima construção dos mesmos; quer pelo modo como foram efectuados os realojamentos; quer pela ausência ou laxismo revelado pelo aludido Instituto Público em relação à necessidade de manutenção dos edifícios, às patologias que os mesmos, desde há mais de duas décadas, apresentam, quer pela ausência de qualquer protecção mínima em matéria de segurança de pessoas e bens, quer, ainda, pelo abandono social das famílias que nestes residem.

    A Associação Tempo de Mudar, lamenta que alguns encarregados de educação, através de alguns comentários colocado neste blogue, estejam a defender ou a “embarcar” na tese, infundada e sem qualquer razão de ser, de que a lamentável ocorrência, no dito equipamento sob gestão da Fundação D. Pedro IV, tenha tido origem numa qualquer acção perpetrada por moradores no Bairro dos Lóios.

    A ATM está na disposição de receber todos quantos queiram visitar o Bairro dos Lóios e, deste modo, puderem “in loco” verificar tudo quanto, aqui e agora, afirmamos, bem como, estabelecerem alguns possíveis contactos com a população neste Bairro residente.

    A ATM reserva-se, também, ao direito de agir, em juízo, contra todos aqueles que profiram acusações, torpes e infundadas, contra a população que está enquadrada dentro do seu âmbito de acção – a ex-Zona N2 do Plano de Urbanização de Chelas, actualmente, designada, por Bairro dos Lóios.

    Lisboa e Bairro dos Lóios, 24 de Abril de 2007

    Eduardo Gaspar
    (Presidente da Direcção da Associação Tempo de Mudar – ATM / IPSS)

  24. 24 Eduardo Gaspar 24 Abril 2007 às 6:05 pm

    Volto a repetir que se têm, de facto, essas provas vão ter que as mostrar no local próprio.

    Este tipo de manobras de distracção, desvio de atenções e, sobretudo, de responsabilização de outros, é velho truque que foi muito utilizado, sobretudo este último, pelo Franco durante a Guerra Civil de Espanha!!!… Eu sei que Sr. Presidente da Fundação D. Pedro IV, Vasco Canto Moniz sabe muito daquilo que eu estou a falar e sabe, também, que eu sei outras coisas mais que ele sabe que sei!!!….

    Eduardo Gaspar
    (Presidente da Direcção da Associação Tempo de Mudar – ATM / IPSS)

  25. 25 Célia Penedo 24 Abril 2007 às 7:17 pm

    Só gostava de deixar presente, que para mim isto são manobras de diversão! Para por em conflito os moradores e os encarregados de educação da FDP, para nos tentar distrair de assuntos importantes.
    E acho muito deselegante que o Sr. Fixe, Sr. Bué da Fixe e o Sr.Escremento Chelas não se Identifiquem, visto saberem tanto da vida dos outros pais!
    Célia Penedo

  26. 26 Anonimo com muito orgulho 25 Abril 2007 às 2:29 pm

    O anonimato na Internet não é deselegância, é privacidade!!
    Nem todos querem ver o seu nome verdadeiro associado a esta bandalheira…

    Quanto a “saber tanto da vida dos outros pais” pareceu-me que o Sr Fixe só sabia que o Sr Ferraz é Professor, algo que poderá ser público ou não, mas que se percebe pela sua forma de escrita.

    Relativamente aos outros senhores é melhor reler os comentários, o “escremento” é sem dúvida da Fundação e o outro até é anti-fixe.

    A opinião do Sr. Fixe é discutível, mas parece ser de um Pai verdadeiro que tem direito a expressar a sua fúria perante a cena degradante que se passou no colégio.

    Acusá-lo de ser da Fundação é falta de espírito democrático e contestar ou ignorar o que outros Pais têm a dizer (se for contra as vossas ideias) é falta de representatividade.

    A maioria dos Pais sempre se manifestou contra a mistura dos problemas da habitação com os da infância, e isso deveria ter sido respeitado.

    Também penso que há muito de obsessão nisto tudo.

    Também penso que não há culpados à partida. Obviamente não terão sido as associações de moradores, mas os seus representantes não podem garantir que não foram alguns moradores. Tal como ninguém pode garantir que não tenha sido um Pai ou até alguém da Fundação.

    Também penso que este episódio gravissímo só serve para dividir as pessoas, e o pior conseguiu…

    Não sou o Sr. Fixe, sou o Sr. Anonimo com muito orgulho, e estou a escrever só para que o Sr. Fixe saiba que não está sozinho nalgumas opiniões, a maioria cala-se.

  27. 27 Fixe 25 Abril 2007 às 10:19 pm

    Boa Noite,

    Em primeiro lugar quero referir o acto “baixissimo” na publicação do mail, num campo que diz “não será publicado”. Ainda bem que não publiquei o meu mail verdadeiro, já vi que não se pode confiar nesta Comissão de Pais.

    Sou um Pai verdadeiro, não ofendi ninguem e tenho direito a uma opinião anónima. Afinal isto é um blog. Se calhar represento “Os Pais” com algumas opinioes diferentes desta Comissão (leia-se associação com a Comissão de Moradores), e já vi que é melhor faze-lo em anonimato, pois ja vi que ter uma opinião diferente, é ter uma vida dificil.

    Em relação à profissão do Sr. Jorge, não sabia que era professor, apenas o coloquei como professor porque o texto parecia-me uma lição, sem quere-lo ofender.

    Relembro que a base da criação do Blog, foi a partilha de informação dos Pais da Fundação e para os Pais da Fundação.

    “Problemas na Fundação D.Pedro IV
    Publicado Janeiro 11th, 2007
    Este blog nasceu da necessidade de criar um espaço comum a todos os pais de crianças que estão nas instituições da Fundação D.Pedro IV e que estão descontentes com os últimos acontecimentos negativos que lá têm ocorrido.

    Desde o anúncio a meio do ano do fecho das instituições no mês de Agosto, contráriamente ao que consta do regulamento (Cap. V, Artigo 17ª.1) e do que foi anunciado no inicio do ano lectivo, passando pela redução de pessoal onde ajudantes de acção educativa passam a ter que fazer também a limpeza das salas deixando de estar com as crianças uma parte do seu horário. Sentimos que todas estas medidas estão a ser impostas sem ter em conta a opinião dos pais, e contráriamente ao que estes acordaram no inicio do ano. Todas estas preocupações necessitam de uma resposta firme para que possa ser reposta a qualidade de serviço e excelência que nos levou a escolher aquela Fundação.”

    Novamente não vejo razão de misturar os assuntos.

  28. 28 Carlos Palminha 25 Abril 2007 às 10:43 pm

    Caros pais,

    Desculpem a ousadia de me intrometer na vossa discussão mas faço-o como cidadão e não como representante dos moradores… A partir daqui é o cidadão e indivíduo Carlos Palminha (bem identificado) que se exprime…

    Realmente é lamentável o facto acontecido e também é digna a vossa indignação e repúdio… sem dúvida!

    Mas pergunto-vos uma coisa… Quando existe um relatório de uma identidade oficial (processo nº75/96) que descreve claramente uma série de crimes graves, a espoliação dos bens públicos sob a capa da solidariedade social, à custa da “imagem” de IPSS, quando a instituição move-se em águas pantanosas bem pertinho do ramo da construção imobiliária, não podemos nós seres pensantes e conscientes tirar conclusões??

    Parece-me óbvio que o funcionamento dos colégios serve para esconder muitas das actividades de “alguns elementos da administração, em proveito próprio” e que, vocês pais, com o usufruto de um serviço que até é bom (segundo as vossas palavras) alimentam negócios e actividades duma “verdadeira holding imobiliária”.

    Que vão dizer os vossos filhos, que frequentam uma IPSS que engana o Estado Português e a qual é protegida por altas figuras públicas, quando forem Homens e Mulheres? Que raio de futuro os cidadãos portugueses estão a construir? Que sociedade almejamos nós para as gerações vindouras? Podemos nós cidadãos democráticos e livres escondermo-nos sobre o facto de colocarmos uma “cruzinha” de 4 em 4 anos e ficarmos em casa à espera que a Sociedade se construa? Não temos nós, seres pensantes, o direito de intervir e de exigir uma sociedade mais justa e um país melhor?

    Deixo-vos um poema de António Janeiro:

    “Cães na rua. Ladram pessoas em casa
    No entanto querem ser Racionalmente Emotivos
    Claro os vizinhos… os vizinhos…

    Os Cães na rua. Claro que ladram os vizinhos.
    Apenas o silêncio dos cães em volta das televisões
    roendo ossos liofilizados

    Contactam a morte quotidiana
    a fuga ao circundante
    pobre vegetar
    enganado pelo inimigo

    Sobreviver não é chama
    os olhos apodrecem
    e tiram
    o cansaço na cama?”

  29. 29 anonimo 26 Abril 2007 às 12:40 am

    Vivemos em democracia e felizmente como já fi dito, podemos verbalizar o que vai na nossa cabeça.
    Não sei o porque de misturar as coisas, os Estabelecimentos de infância que há tantos existem, com a habitação social.
    Cada um tem um blog por isso não p’recisamos de defesa de ninguém nem de apoio.
    Não vale a pena chover no molhado, temos é que resolver os problemas como pais que parece que já está quase resolvido, para que falar tanto no tal relatório que todos nos já conhecemos.
    Temos que lutar pelo bem estar dos nossos filhos.
    Os dirigentes têm que ter conhecimento na área, esse é que é o grave problema e parece que nem têm formação nem experiência.
    Temos que exigir alguém com formação e experiência na área dos estabelecimentos de infancia, esse é que deverá ser o nosso grande objectivo.
    Já estamos fartos de tantas filhas e afilhadas.
    Temos que exigir ao Sr. Presidente estabilidade com pessoas que tenham competencia para o cargo que desempenham, a partir dai as outrsa lutas e guerras contra a Fundação, não deverá interessar aos pais das crianças que frequentam os EStabelecimentos.
    Claro que me preocupo com o que aconteceu na casa de santana, pois hoje foi nessa amanhã poderá ser noutra qualquer, onde estáa credibilidade dos estabelecimentos de infância.
    Acho que não podemos nem devemos misturar as coisas, temos que exigir que não misturem a habitação social do bairro de chelas com as nossas crianças, pois senão quem sai prejudicadas são elas.
    TEMOS QUE LUTAR POR UMA ESTABILIDADE E CONTINUAÇÂO DO BOM TRABALHO QUE ERA FEITO NA FUNDAÇÂO.
    Não me identifico, que é que me garante que não poderei sofrer represalias por escrever a minha opinião diferente do Sr. Ferraz e do Sr. Tiago Saraiva, como até dos próprios mordores.
    Gostam tanto do 25 de Abril, mas a criticar assim a opinião das pessoas que são diferentes até parece que vivemos no dia 24 de Abril de 74.

  30. 30 Refixe 26 Abril 2007 às 8:57 am

    É um erro a Comissão de Pais associar-se aos moradores!
    Temos interesses e finalidades diferentes, logo não temos objectivos iguais.
    Por isso não vamos misturar as coisas, os nossos filhos em 1º lugar.
    E mais, venho no espírito do 25 de Abril gritar alto o direito ao meu anonimato!

    A Sr.ª Célia não pode exigir o inexigível!

    O Sr. Jorge Ferraz, não sabe o que são represálias? Eu também não digo o meu nome porque tenho medo das represálias que a minha filha possa receber, porque eu sei muito bem como as coisas funcionam quando temos opiniões diferentes. Talvez não tenha medo do anonimato em virtude de costas largas.

  31. 31 Inês do Carmo 26 Abril 2007 às 9:24 am

    Aos Senhores Fixes, Refixes, Anónimos e “Escrementos”,

    O direito ao anonimato é, de facto, incontestável. Façam o favor.
    No entanto – e encerro desde já esta troca epistolar – dou-lhe o mesmo valor que à “boca” ou ao boato.

    O direito à opinião plena traz, na minha opinião, alguns deveres mas também compreendo que nem todos entendam o direito à liberdade da mesma forma, moldando-o ao que melhor lhe aprouver. Se o anonimato é o vosso modus operandi também devem compreender que quem não o exerce acabe por desvalorizar as palavras que não têm rosto.

    E palavras leva-as o vento.

  32. 32 antonio lopes 26 Abril 2007 às 2:02 pm

    Eu como a maioria dos pais entendo que a guerra trará guerra, no entanto terá de ser feita por adultos e com adultos.
    Não vale a pena tentar misturar situações, pois quem terá de responder é a Admnistração, não as crianças, PONTO.
    Estamos atentos perante tais actos inadmissíveis.
    Quanto à LIBERDADE………façamos todos por ela.

  33. 33 Sónia 26 Abril 2007 às 2:56 pm

    Tenho lido os comentários do que se passou em Santana e agora que foi apresentada queixa, resolva a situação quem tem de resolver. Rapidamente e com seriedade.
    A minha filha não está em Santana, se estivesse provavelmente reagiria muito mais impulsivamente do que muitos pais.
    Com algum distanciamento permitam-me relembrar uma velha lição – dividir para reinar!
    Não podemos misturar a questão das creches com as dos moradores, não senhor. o n/ descontentamento é diferente, pois é. mas podemos ser solidários e ter uma estratégia comum.
    Deixe-me dizer-lhe senhor Carlos Palminha, que existe um trabalho muito válido da Fundação com as crianças. A gestão da Fundação não prejudica directamente a educação da minha filha. Prejudica-a quando se fala em alimentação ou em falta de segurança, claro que sim.Mas a educação e os valores que lhe quero transmitir são da minha responsabilidade. E por acaso, alguns coincidentes com o trabalho que está a ser realizado pelas educadoras.
    A gestão da Fundação prejudica-me a mim, enquanto mãe e enquanto cidadã e por isso “não alimento” e considero um pouco abusivo o seu comentário toda e qq gestão pouco clara.
    Mas, tb, como já o disse aqui agora a minha principal preocupação é estar atenta ao cumprimento do que vem referido na acta da reunião com a segurança social.Não nos deixemos distrair com manobras de diversão.

  34. 34 refixe 26 Abril 2007 às 5:19 pm

    Sr.ª Inês do Carmo,

    Como pode verificar existem Pais que reagiriam de forma mais impulsiva, perante os factos ora relatados. Compreensível, na medida em que foi posta em causa a integridade dos nossos filhos.

    O acto de vandalismo em causa pressupõe um motivo, motivo esse que não o enquadro em nenhum dos Pais (dado que os Pais querem é a Creche a funcionar). Vamos por os pontos nos “is”: Quem é que beneficia com tal acto de vandalismo, certamente não é a Fundação, certamente não são os Pais. Nesta equação só vejo prejudicados.

    Portanto, existem quem queira ver os Pais contra a Fundação e tal raciocínio não é conjurativo, nem tão pouco paranoico… Existem 3 sujeitos… Mas não vamos por aí, porque cabe às autoridades competentes averiguar o crime em causa.

    Quanto ao direito ao anonimato… Estamos no mundo da internet, onde eu até poderia assumir o nome de qualquer um… Eu próprio não sei se foi a Sr.ª Inês do Carmo que realmente escreveu o texto ou, se tal pessoa é que realmente de peito aberto assumiu. Estes textos só poderia ser confirmados pelo “internet Provider” ou IP. Como não estamos numa investigação policial esse endereço nunca será revelado… Por isso não venham com frases “populares” de wikipedia.

    Convoque-se uma reunião ou uma assembleia geral e aí, de peito aberto, assumam tudo o que devam assumir. Na internet é fácil escrever…

    Eu quero ver se a D. Inês do Carmo irá falar tão abertamente, se irá bradar as suas belas palavras ao vento com tanta veemência… Vamos ver…

    O vosso modus operandi é tal qual um gang, onde em grupo se sentem confortáveis, onde sentem o apoio uns dos outros para o que der e vier… Atacando os mais fracos e sozinhos com opiniões divergentes. Mas assim é fácil, cara a cara é mais difícil!

    Mas na reunião as pessoas revelar-se-ão… E quero ver se chama “escremento” assim tão ao de leve, muito provavelmente terá cuidados nas suas palavras…

  35. 35 Inês do Carmo 26 Abril 2007 às 9:53 pm

    Sr Refixe,

    Tão cuidadosa sou eu que me limitei a reproduzir, na íntegra, com erro ortográfico e tudo a que tem direito, o nome que assina o 13º comentário a este post: escremento chelas.

    Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele.

    Quanto ao resto dos seus comentários, reafirmo que já dei por encerrada a minha sessão.


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