Resposta do DIAP

À queixa contra desconhecidos apresentada pela CI no seguimento do acto de vandalismo à porta do Estabelecimento de Infância de Santana, edifício que è também sede da Fundação D. Pedro IV, recebemos agora a seguinte resposta do DIAP:

(…)
Apreciando a prova constante dos autos, não resultam, por ora, do seu teor, quaisquer elementos indiciários quanto à identificação dos agentes dos factos em apreço, os quais são desconhecidos.
Não são conhecidas quaisquer testemunhas dos factos, e não foram recolhidos quaisquer vestígios.
Deste modo, uma vez que, por ora, não há outras diligências que, com utilidade, possam contribuir para a descoberta dos agentes dos factos, sem prejuízo de, a todo o tempo, ser determinado a reabertura dos autos caso venham a ser recolhidos ou a ser indicados elementos indiciários que permitam esclarecer os elementos de identificação dos autores dos factos e o esclarecimento destes, determino o arquivamento dos autos, nos termos do art.º 277º nº2 do C.P.P.
(…)
Lisboa, 21.05.2007

Anúncios

7 Responses to “Resposta do DIAP”


  1. 1 Carlos Palminha 7 Novembro 2007 às 1:50 am

    Esperemos que o mesmo não aconteça às várias queixas apresentadas por causa do misterioso “desaparecimento” do relatório nº75/96 da Inspecção Geral da Segurança Social que dizia que “a Fundação tem vindo a ser gerida por pessoas que não desenvolvem actividades tendentes a concretizar os seus fins, desenvolvendo antes outras actividades que nada têm a ver com os mesmos” e que “urge pôr cobro a esta situação que ameaça o Estado de direito democrático, pelo desvirtuar de todos os princípios de solidariedade social, princípios esses que sustentam o seu estatuto de utilidade pública.”.

  2. 2 - 7 Novembro 2007 às 12:03 pm

    O problema maior é que a Fundação, ainda hoje, continua a ser gerida exactamente pelas mesmas pessoas…

  3. 3 anonimo 9 Novembro 2007 às 9:10 am

    Eu como pai de uma criança, acho que o maior problema é o Sr. do primeiro comentário fazer parte das pessoas do Bairro que colocou os dejectos à Porta do Esatbelecimento de Santana, e agora anda a tentar enganar alguns pais da Fundação.
    A sua luta não é a Educação é a habitação, por isso escreva no seu Blog, deixe-nos em paz.

    Não queremos ser misturados de pessoas como voçes, pois eu PAGO a mensalidade que foi atribuida ao meu filho de acordo com os meus rendimentos, quanto ao vosso Bairro pelo que dizem até com o IHRU estão a ter problema.

  4. 4 Carlos Palminha 9 Novembro 2007 às 12:38 pm

    Diz ainda o dito relatório:
    “* Que Sua Excelência o Ministro da Tutela determine a extinção da Fundação D. Pedro IV, ao abrigo do disposto na al. b) do nº2 do D.L. 119/83, atento o disposto no artº 86º do mesmo diploma;

    * Que Sua Excelência determine que os bens da Fundação sejam integrados noutra instituição ou serviço a designar pela Tutela, ao abrigo do disposto no nº1 do artº85º do citado diploma”

  5. 5 Ana Isabel 11 Novembro 2007 às 10:06 pm

    Duvido que um pai consciente seja o autor do terceiro comentário, porque o género de narrativa e a adjectivação não deixam dúvidas, são os mesmos do costume, a quem o relatório 75/96 incomoda e muito.
    Quanto às relações entre moradores e IHRU, meu caro senhor estão bem e recomendam-se, talvez não saiba o que significa diálogo e relações de cooperação, é o que existe neste momento, entre moradores e uma instituição que já conquistou a confiança,respeito e credebilidade.
    Diálogo é uma palavra e uma atitude, que a administração da Fundação D. Pedro IV, não sabe o que é, mais concretamente o presidente dessa instituição, Vasco Canto Moniz, que só conhece um tempo verbal, eu, eu, três vezes eu quero, posso e mando e isto em todas as acitividades que está envolvido.
    Felizmente que existem, homens e mulheres com coragem suficiente para exercerem o direito de cidadania e denunciarem estas situações porque de acordo com o relatório 75/96, passo a citar, “urge pôr cobro a esta situação, que repugna num estado de direito democrático, principalmente pelo desvirtuar de todos os princípios de solidariedade social, subjacentes”.
    Todos podemos dar um contributo válido para esclarecer e põr cobro a estas situações, basta termos a coragem necessária para isso, muita gente tem tido essa coragem em denunciar, quem é na verdade a instituição acima citada.
    Bem Hajam.
    Viva a Cidadania.

  6. 6 Jorge Ferraz 19 Novembro 2007 às 6:24 pm

    Eu fui um dos autores da queixa e ou, estou muito esquecido, mas queixei-me de vandalismo e não como aparece na resposta do DIAP identificada a minha queixa como se tivesse sido por furto.

    E, pronto. Mais uma coisa para arquivo e esquecimento sobre a Fundação. Que diabo, a aldeia gaulesa do Astérix tinha mais condições para se defender mesmo sem poção mágica.

    Bem, ainda subscrevi mais uma outra queixa – vamos ver o que sai.

    É verdade. Porque diabo a Fundação desapareceu de todo o olhar e ouvido público? Ninguém fala dela. Chiu! Até as placas das “cooperativas” de habitação desapareceram da porta de entrada. E o resto? Será que se transformou numa coisa exemplar a merecer um prémio UNESCO, UNICEF, Nobel ou IgNobel?

  7. 7 anonimo 21 Novembro 2007 às 5:09 pm

    de qem gsto???


Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s




Divulgação Cultural

Blog Stats

  • 233,706 hits

%d bloggers like this: